Dei de caras com este Metro quando hoje viajava de metro. É daquelas manchetes que não tendo história, tem estórias proverbiais.
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segunda-feira, março 29, 2010
"Jornalismo Adágio" - A nova moda de iogurte a Metro com prazo de validade
domingo, outubro 25, 2009
Quando o novo jornalismo mata e o velho jornalista já morreu
Desde finais da década de 80, início da de 90 que a lógica financeira passou a imperar nas empresas. A meta principal é a elevada rentabilidade. Para reduzir os custos, cortou-se no número de empregados e nos salários, deslocalizaram-se serviços e standartizaram-se os procedimentos. A introdução da gestão por objectivos gerou enorme competitividade, quebra das relações, programas de mobilidade e de reconversão profissional. Os problemas de stresse e de depressão ligados ao trabalho atingiram níveis nunca antes conhecidos.
Resposta à pergunta "O que está na origem da onda de suicídios associados a stress laboral em França"? Em Entrevista a Paul Moreira, jornalista e co-autor do livro "travailler à en mourir" sobre suicídios por stress laboral.
Há poucos dias, dizia-me um "velho jornalista" que já não existem jornalista, que agora são todos "conteúdista", produtores de conteúdo pretendia ele dizer com uma expressão cómica que resume o drama da profissão. Hoje quase não se escrevem nem se dão notícias, hoje fazem-se histórias sempre bem recheadas dia após dia pelo contar de episódios que alimenta mas audiências e vendas de jornais. Quem nunca ouviu a expressão da moda "temos de ter alguma coisa sobre isso"?... mesmo que "isso" seja uma história que nasceu há meses e morreu há anos, mesmo antes de ter tido algum interesse jornalístico a bem da comunidade das vendas em banca.
Triste história que o mundo hoje conta do jornalismo, aquele que antes contava as histórias do mundo. Há um vampirismo incessante onde o dinheiro é sangue, a parte de alguns projectos que sem descurar o negócio conservam algum respeito pelo contar de histórias. E nisto embarcam muito "bons" jornalistas aliciados a bom peso de euros ou dólares. Numa dinâmica de notas onde os milhares são tantos que se esquecem dos princípios mais básicos das coisas que começaram por almejar fazer quando eram simples estagiários ou nem isso... Muitos que embarcam no assédio laboral diários dos colegas que transforma os dias num inferno.
Mas o Inferno de uns, dos que nunca lá quiseram bater à porta, dura um dia. Os que o provocam com eles se arranjam quando o palácio vermelho soltar o animal bem delgado e cornudo...esse paraíso dura uma eternidade.
Triste história que o mundo hoje conta do jornalismo, aquele que antes contava as histórias do mundo. Há um vampirismo incessante onde o dinheiro é sangue, a parte de alguns projectos que sem descurar o negócio conservam algum respeito pelo contar de histórias. E nisto embarcam muito "bons" jornalistas aliciados a bom peso de euros ou dólares. Numa dinâmica de notas onde os milhares são tantos que se esquecem dos princípios mais básicos das coisas que começaram por almejar fazer quando eram simples estagiários ou nem isso... Muitos que embarcam no assédio laboral diários dos colegas que transforma os dias num inferno.
Mas o Inferno de uns, dos que nunca lá quiseram bater à porta, dura um dia. Os que o provocam com eles se arranjam quando o palácio vermelho soltar o animal bem delgado e cornudo...esse paraíso dura uma eternidade.
sábado, outubro 10, 2009
sábado, maio 09, 2009
i Num instante tudo Muda
....i Num instante tudo muda...
Um pequeno e assaz esboçar de dentes no fim é sempre bem melhor do que uma tremenda gargalhada inicial que acaba por morrer na praia.
sábado, janeiro 31, 2009
Não deixem morrer o DN!
O Diário de Notícias tem mais de 100 anos e nunca, como agora, sobre ele pairou a foice final usando desculpa da crise. O fantasma é o mesmo que promete vergar o JN. O Norte e o país não podem ficar em silêncio, a observar o definhar de jornais que se confundem com história de Portugal, um país que ajudaram a fazer.Manifesto em Defesa do DN - Assinem!
Diário de Notícias
Em defesa de um património com 144 anos
Num difícil momento económico-financeiro, nacional e internacional, são cada vez mais nítidos os indícios de que o grupo Controlinveste está a usar a crise como pretexto para levar a cabo uma reestruturação, longamente pensada, e que conduzirá ao despedimento, sem qualquer tipo de critério explicável, de 122 trabalhadores, dos quais mais de 60 são jornalistas do Diário de Notícias, JN, 24 Horas e O Jogo.
A 11 de Abril de 1975, no calor do pós-Revolução de Abril, o director Luís Barros e o futuro Nobel da Literatura José Saramago alertavam o País: "O DN é importante de mais para que os seus trabalhadores aceitem vê-lo transformar-se em feudo de alguém. Esta Casa precisa de todos e será obra de todos". É pois chegado o momento de não apenas os trabalhadores desta casa, mas a própria sociedade portuguesa sair em defesa de um jornal que não pode perder a sua identidade.
quarta-feira, abril 11, 2007
Jornal PÚBLICO condenado por " dizer a verdade"
Supremo diz que Sporting foi
lesado no seu bom nome e reputação
O jornal PÚBLICO foi condenado pelo Supremo Tribunal de Justiça a pagar uma indemnização de 75 mil euros ao Sporting Clube de Portugal por ter noticiado, em 2001, que o clube tinha uma dívida ao Estado de 460 mil contos desde 1996. Apesar de o Supremo ter admitido que a notícia é verdadeira, condenou o jornal com o argumento de que o clube foi lesado no seu bom-nome e reputação.
Alguém vai processar o Estado por estar a revelar a lista dos devedores ao Fisco? É que é verdade, mas está a lesar o seu bom nome.
A partir de hoje é proibido noticiar factos verídicos que não estão em segredo de justiça?
Alguém vai processar o Estado por estar a revelar a lista dos devedores ao Fisco? É que é verdade, mas está a lesar o seu bom nome.
A partir de hoje é proibido noticiar factos verídicos que não estão em segredo de justiça?
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