quinta-feira, outubro 28, 2010
terça-feira, junho 01, 2010
Sócrates versão Otelo Saraiva de Carvalho
Primeira página do Diário de Notícias de hoje. Descubram as diferenças.
domingo, maio 16, 2010
Papa visita Portugal, Governo aumenta os impostos
Aqui ficam fotos da visita de Bento XVI ao Porto a 14 de Maio de 2010.
sábado, maio 01, 2010
Aviso à Navegação: O 1.º de Maio voltou a fazer sentido
Hoje, milhares de jovens na Grécia, o país que simboliza o pior dos cenários sociais do momento, envolveram-se em confrontos violentos com a polícia. Pedem ao governo que termine o plano de austeridade que, dizem, corta os salários e não ajuda na recuperação dos empregos. Estão a notar alguma semelhança com algum território luso? A UGT e CGTP discursam hoje também para milhares de pessoas que se manifestam em Lisboa. Na Alemanha, o retrato de violência é o mesmo.
124 anos depois da primeira grande manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da América, a data e os princípios do protesto voltam a ganhar força. A violência sempre foi o meio último dos trabalhadores na luta pelos mais elementares direitos quando os políticos roubam e os pobres poupam à mesa para desafogo do Estado. Portugal não será diferente...
segunda-feira, abril 19, 2010
O Benedictus Alberto João Jardim e o Cardeal Cerejeira Sócrates
O Diário de Notícias publica hoje uma fantástica foto na primeira página. É um apontamento fotográfico que parece apenas possível através de fotomontagem. Mas é verdade. Alberto João Jardim "reza" à chegada do primeiro-ministro, José Sócrates, para um encontro onde acertaram ajuda de mil milhões à Madeira na sequência da tragédia dos aluviões.Publicada por Wordphantom à(s) 17:09 1 comentários
Etiquetas: Alberto João Jardim, Madeira, Política, Sócrates
sexta-feira, abril 16, 2010
Siza triste com a cinza que criou na Baixa do Porto
Agora é tarde de mais para rebates de consciência, mas mais vale tarde do que nunca.
segunda-feira, abril 12, 2010
Pagava para ter esta brasileira no Parlamento português
Se Cidinha Campos estivesse na Comissão de Inquérito à actuação do Governo no negócio PT/TVI,Sócrates finalmente ia engolir em seco várias vezes...e acabava por sair réu...quiça ..detido
sábado, fevereiro 13, 2010
O Polvo que esgotou ao Sol - Páginas do Sol em PDF
Para os que não conseguiram agarrar a edição que esgotou
sexta-feira, fevereiro 12, 2010
Um Dantas ou uma classe de escritores mal pagos à jorna
por José de Almada-Negreiros
POETA D'ORPHEU FUTURISTA e TUDO
Basta Pum Basta!
"Uma geração que consente deixar-se representar por um Dantas é uma geração que nunca o foi. É um coio d'indigentes, d'idignos e de cegos! É uma resma de charlatães e de vendidos e só pode parir abaixo de zero!"
Com as notícias que se esperam na madrugada de hoje, apesar de um artificio jurídico entretanto decretado,é caso para dizer como o Zeca, que a "morte saiu à rua num dia assim".Uso-lhe o verso numa metáfora contraditória à sua pretensão original. Dizia o zeca que "a lei assassina a morte que te matou". Brilhante poeta da canção de luta velada em surdina. Quase que fere a pele ver que décadas depois, tudo ficou por resolver. "O pintor morreu" e dele sobrou a pintura rubra sem que do sangue se tenha esvaído uma democracia sã.
A sociedade continua cheia de vampiros e que bela ironia perceber que da coincidência do destino se fez a curiosidade de duas estações televisões estrearem séries sobre...vampiros. Coincidência. Dizia o zeca "que eles comem tudo e não deixam nada".Oiço-lhe de novo a melodia e mais de 30 anos após a Revolução de 1974 que merda perceber que o que o povo sentia nessa data está cada vez a menos datas do regresso. E porque não é outra coisa, porventura uma infelicidade cuja acidentalidade nem merecemos, é uma merda!
Mais de três décadas passadas sobre os rubros cravos, vão-nos ao bolso da algibeira com tanta mestria como nos vão ao cérebro. Como é vil perceber que o novo Dantas é um grande feiticeiro que muitos engana. Hoje ouvi que o problema da justiça é estar partidarizada. Diria que o problema do país é o jornalismo ter nascido partidarizado na madrugada de Abril.
Dirão que não é errado um jornalista ter partido. Porventura não, se não for cego. É que a venda é que corta ao homem a raiz da razão. Um qualquer pensamento sempre sai da raiz mesmo que cortada. Décadas depois de Abril, as redacções de jornais agitam-se novamente. Faltam os repórteres de então para dar ao mote a espinha dorsal e toda uma mestria experiente de princípios e ética de coragem. Os que a vida e o desânimo não levaram, foram despedidos. Levou-os o poder político e económico para uma cama onde mijam e onde vão morrer velhos sem qualquer nobreza nem voz. Coincidência?
Restam os novos sem o referencial de princípios e dinheiro razoável para o sustento e para a fala desinibida. Felizes os que conheceram as velharias de uma classe que enjoa qualquer defunto. Não me interessa que um procurador de sua excelência (a República Portuguesa leia-se) e um presidente do Deus Supremo digam que não há relevância criminal para coisa nenhuma, ou que a verdade não é válida porque não foi o tipo certo a validar. Isso seria para os tribunais, se lá deixassem chegar o caso. Como uma grande antigo jurista hoje questionou: "mas estamos todos doidos?". Os tribunais procuram provar a verdade material. Qualquer manual básico diz aos mais incautos que o jornalismo procura a verdade original e quiça utópica.
O jornalista é por desiginio e função um ser mais sonhador e utópico que um magistrado do Ministério Público. Persegue com os dentes os contornos da verdade tal qual aconteceu. Dirão que isso é ser utópico e romântico. Seja, mas é na atitude e na tentativa de o ser que está a diferença. Se assim não fosse, não era o jornalismo o quarto poder e substituíam-se os repórteres por qualquer cronista de craveira.
Enoja-me ver um clero de bispos agora em apoteótica defesa dos princípios do senhor chefe máximo quando antes mandaram uma dezena para a fogueira e não questionaram o seus actos só porque os visados eram gente menor. "O chefe máximo não é um cidadão qualquer". Desculpe, diga lá outra vez. Isto é algum episódio do mundo da Alice no País das Maravilhas? O chefe tem mais responsabilidades por inerências, mas os direitos são os mesmos e os deveres ainda maiores.
Dá-me a volta à tripa cheirar um certo jornalismo podre e sórdido que se barricou em certas redacções e que repente se mostrou vergado por convicções partidárias. Não quero saber se o chefe é rosa, laranja ou vermelho. Quero saber se tem contas a prestar e se o seu livro de faltas é cada vez notoriamente maior. Já chega e o Povo merece saber. Se nada há para incriminar ninguém, que se mostre esse nada. Se o que abafam é nada, então mostrem o baralho de cartas e deixem de fazer batota debaixo da mesa. A verdade tem destas coisas. Quanto mais se conta maiores são as consequências e as cabeças a rolar.
Mas há algo em que realmente a Justiça e o Jornalismo são iguais: fazem-se do Povo e para o Povo. Tudo o resto é, em maioria, diferente. Há sempre uma altura em que o jornalismo sério - que existe como último bastião democrata - tem de quebrar a lei, resistir e denunciar. Pena que a coragem, ao contrário do Sol, quando apareceu não foi distribuída de igual forma para todos. Uma boa dose de tomates nunca fez mal na salada de um jornalista. A um repórter não chega um bloco e uma caneta. Como escreveu Almada Negreiro em 1916: "Basta".
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Etiquetas: Face oculta, Justiça, Política, Portugal
domingo, novembro 01, 2009
terça-feira, março 03, 2009
O "Fascismo" moderno disfarçado de comício
Carlos Abreu Amorim, "Correio da Manhã", 2-03-2009
José Sócrates está a fazer a mais dura investida política aos órgãos de comunicação social desde a ditadura do Estado Novo, mas por ironia usou o comício do PS para catapultar a sua nova estratégia: ganhar nos votos o que deveria perder (leia-se "ser condenado) pela Justiça. Tantas vezes se queixou de que os julgamentos não se fazem em Praça Pública (nos e pelos media) que agora se senta no lugar de arguido como o grande herói prestes as ser julgado pelos juízes do povo. É aqui que espero que a Justiça Portuguesa venha a ser mais imparcial que a máquina do PS. E que o Povo diga "Não" a um ainda primeiro-ministro, como não se vê há muito, envolvido em tantos escândalos em Portugal.
Escândalos que a brilhante máquina de propaganda socialista sempre conseguiu mitigar, algumas vezes aniquilar do mapa mediático. Merece, por isso, que lhe tirem o chapéu. Mas o Povo não é enganado em tudo durante todo o tempo...contra isso não há Ministro da Propaganda que baste...
Agora José Lello resolveu acusar a TVI de estar a perseguir Sócrates e o PS. Tal como ao jornal Público, acusa a estação de televisão de ser a que mais abusa da Liberdade de Imprensa. A máquina política que está no Poder não sabe conviver com a liberdade democrática e com a livre opinião, menos ainda com a crítica que lhe é feita com factos e provas.
É bom que o zé povinho acorde, porque a cada dia se revela outro novo tique ditatorial de Sócrates que vem mostrar que afinal, não é o tipo que vem pôr em Portugal as coisas no seu devido lugar, mas o Lugar em Estado de Coisa sua..
quarta-feira, fevereiro 04, 2009
Bush e Paris Hilton em revista pornográfica
Curioso, parece-me um bom lugar para Bush após o seu traumático e demasiado longo reinado nos E.U.A...
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sábado, janeiro 31, 2009
Sócrates: o paladino da oratória e do mini-bigode dissimulado
Depois da grande trapalhada com o tio, os ingleses e o primo...agora vem a Mãe-Sócrates! Ganhando 250 euros por ano comprou um casa de luxo a pronto a uma sociedade off-shore, segundo notícia do Correio da Manhã.Aqui fica um extracto:
"Maria Adelaide de Carvalho Monteiro, a mãe do primeiro-ministro José Sócrates, comprou o apartamento na Rua Braamcamp, em Lisboa, a uma sociedade off-shore com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, apurou o Correio da Manhã. Em Novembro de 1998, nove meses depois de José Sócrates se ter mudado para o terceiro andar do prédio Heron Castilho, a mãe do primeiro-ministro adquiria o quarto piso, letra E, com um valor tributável de 44 923 000 escudos – cerca de 224 mil euros –, sem recurso a qualquer empréstimo bancário e auferindo um rendimento anual declarado nas Finanças que foi inferior a 250 euros (50 contos)."
Alguém me diz de que estão à espera os Portugueses? Espero que não seja de mais liquido lubrificante...há limites para tudo.
quarta-feira, dezembro 17, 2008
O Manuel "Alegre"
Alegre, que enfrenta os Putos-Políticos que se aproveitam do PS para lavar o Pais em corrupção e em Jobs for the boys...(por outras vezes leia-se "gays"), é o velho do restelo bonacheirão que agrada ver e ouvir. É o deputado que com um cravo vai ao palanque e lembra aos portugueses o valor da Democracia num discurso dissipado depois em ilusão. Dá gosto ver o Homem-Deputado agarrar todos os dias a virilidade inter-membros inferiores para mandar às urtigas quem lhe quer atirar areia aos olhos. É um prazer imenso ver pelo menos um deputado erguer o dedo médio em gesto cândido à restante bancada, quebrando o dever de "carneirismo" quando com ela não concorda.
"A mim ninguém me cala", de certo já terá dito. Depois, a forma como diz "conheço bem o Sócrates e o Sócrates sabe com o que pode contar de mim e do que sou capaz de fazer", também me desponta um belo sorriso de homenagem a este homem. Pelo menos alguém diz "o" Sócrates e, sendo do PS, lhe aponta o dedo como quem: "chegaste à pouco do PSD e tu miúdo porta-te bem".
Alegre desponta multidões com os seus discursos inflamados de honra e liberdade: um milhão de portugueses votaram nele nas últimas eleições. Pena é que pareça ser tudo apenas conversa. Tem sempre a desculpa de que nunca lhe deram a oportunidade para fazer realmente algo num cargo. Espero que um dia tenha essa oportunidade e não se deixe corromper pelo poder. Dava gosto ver este D. Sebastião de Coimbra dar umas lições de velho poeta a muitas más desculpas de capitalistas que por cá andam...
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Etiquetas: Assembleia da República, Manuel Alegre, Política
segunda-feira, outubro 06, 2008
PNR: A ditadura à espreita
O Partido Nacional Renovador (PNR) colocou recentemente um cartaz - Imigração? Nós dizemos não!" - onde uma ovelha branca expulsa metaforicamente do território português os "ilegais", ou seja, os estrangeiros que ainda em situação regularizada são olhados de soslaio pelos elementos do PNR.
De forma inteligente, e aproveitando o adormecimento democrático do qual a nossa sociedade parece eternamente sofrer, pintam as ovelhas negras com os nomes "Desemprego", "Fronteiras abertas", "Subsidio-dependência", "Baixos Salários"e "Criminalidade". Culpam assim os estrangeiros de todos esses males, dos quais praticamente todos os portugueses são vítimas. Inteligentes.
A ditadura está à espreita e os portugueses não acordam. A crise económica agrava-se, os partidos políticos não têm soluções porque apenas olham para dentro, o contribuinte está revoltado e...o PNR anda por aí...ironicamente a queixar-se de que está a ser vítima de discriminação. Assim o fez quando, Mário Machado foi condenado "injustamente" - leia-se com gracejo - a quatro anos de cadeia e quando a Câmara de Lisboa ameaçou ontem retirar o cartaz, considerado xenófobo. O Procurador-Geral da República considerou-o legal, a CML não.
Posto isto, tem o PNR - que provavelmente estará na Assembleia da República dentro de duas Legislaturas - publicidade gratuita, dádiva de mentes supostamente democráticas, mas com falta de inteligência. Usam os galões políticos, enquanto o povo dorme.
A diatura parece mais próxima agora...apesar dos cravos do 25 de Abril de 1974, não terem afinal saído à rua há muito tempo. Sócrates não será um dos mais democráticos Chefes do Governo de Sempre. Porque será? É em alturas como esta, que se quebram liberdades e se aguçam as forquetas do poder unificado.

sexta-feira, janeiro 04, 2008
Arrogância Socrática e o Exílio de Ferro
"Se os sacrifícios são pedidos, é indispensável que isso se faça com menos arrogância".
Eduardo Ferro Rodrigues, "Visão", 03-01-2008
Este tipo demorou mais de dois anos ( e um exílio prolongado) a dizer uma coisa acertada.
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segunda-feira, março 12, 2007
O Portugal do Monovolume
E vocês?
Ora é caso para pensar que o ícone português que ganhar o concurso será elevado à nobre distinção de imortal. Por outro lado, podemos ver isto do ponto de vista de que só há espaço para mais um ditador, visto que há quem diga que histórico líder do PCP poderia ter sido um. Poderia, ou não, não foi. E aqui estou quase como os "gatos" - «Podia! Mas, não foi!» - com a devia entoação, claro está.
Também é possível pensar à luz da metáfora do "partido do táxi" de Paulo Portas, aplicada ao país real. É caso para dizer - "Apertem mais um bocadinho e caberá mais gente!"
Com todos os pontos positivos do concurso, eu diria que há um brutalmente negativo. 10 milhões de portugueses representados por um único português, ou então, a forte probabilidade de Portugal aproveitar a questão para ir às urnas - neste caso em peso, pois o sms é confortável. Não há chuva nem praia que o proíba - para reclamar de novo uma ditadura.
Na impossibilidade de Salazar ressuscitar, eis que estamos de repente no país de Sócrates. Fico admirado como não está nos dez primeiros.
quarta-feira, janeiro 31, 2007
Fernando Pessoa e o Aborto
Bom senso e bom gosto
E neste caso torna-se ainda mais grave, não por ser o Sim - não se quer aqui defender nenhum ideologia -, mas porque se usa a imagem de um expoente máximo da literatura portuguesa. Não me parece que Fernando Pessoa alguma vez tenha opinado sobre o Aborto. Se sim digam, pois estou curioso.
E se por acaso fosse a favor do aborto ou contra, alguém deveria ter o bom senso de não usar a imagem de um defunto, ainda que em estátua para, se servindo dela, influenciar mentalidades. Não será isto um golpe baixo à poesia pessoana?
Fonte: Movimento de Jovens pelo Sim
Publicada por Wordphantom à(s) 22:12 1 comentários
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sexta-feira, janeiro 05, 2007
O Lugar da Mulher é em Casa
Uma apoiante da nova "speaker" da Câmara dos Representantes (House of Representatives) dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, exibe um crachá com a inscrição "O lugar da mulher é em casa [house]. Como 'speaker'!". Foto: Matthew Cavanaugh/EPA
Fonte: PÚBLICO
O que será que os restantes "speakers" lhe vão dizer quando se degladiarem com ela e...perderem a paciência? Tentem adivinhar.


