"Não há clientes em Portugal para tantos advogados".
Marinho Pinto, Lusa, 28-12-2008
É no mínimo curioso e irónico que seja o Bastonário da Ordem Dos Advogados a chegar a tal conclusão. Que vai ele fazer agora...trabalhar na Construção Civil?
domingo, dezembro 28, 2008
O Big Bang dos Advogados
quarta-feira, dezembro 24, 2008
Afinal o Pai Natal Existe!Mas...
Feliz Natal a todos os visitantes deste Blogue e, porque não,...a todos os bravos habitantes deste planeta.
terça-feira, dezembro 23, 2008
A Ditadora da Educação Resiste
Perguntava no questionário se acreditava que a Ministra, Maria de Lurdes Rodrigues, chegava ao Natal, como que a perguntar também se enfrentava a legislatura até ao fim. 12 pessoas (44%) disseram que "Aguenta e consegue tudo o que pretende", 8 (30%) acham que ela vai desgraçar Sócrates nas próximas eleições e apenas 7 (26%) acreditavam que não aguentava até ao Natal - ainda podem estar certas...mas é já amanhã - e ia "com as renas para o Pólo Norte".
segunda-feira, dezembro 22, 2008
A cor da verdade
"O informador" retrata a dura realidade de conseguir fazer sair uma notícia numa sociedade impregnada e bloqueada pelo poder da indústria tabaqueira. É um filme de diálogo entre a vida e a morte que baseado na história verídica de uma fonte - Jeffrey Wigand -que fez história nos media. É aliás o último desafio que o jornalista aceitou, dedicando-se depois ao ensino universitário.
domingo, dezembro 21, 2008
"As nove fodas" de Bocage
"Aqui dorme Bocage, o putanheiro:
Passou a vida folgada, e milagrosa:
Comeu, bebeu, fodeu sem ter dinheiro."
"Não (diz uma) tu padre não me engodas:
Sempre, me há-de lembrar por meus pecados
A noite, em que me deste nove fodas"!
É curioso ver que a linguagem usada por Bocage, não mudou, afinal, assim tanto. Manuel Maria Barbosa du Bocage morreu em Lisboa, a 21 de Dezembro de 1805.
Levanta Alzira os olhos pudibunda
Para ver onde a mão lhe conduzia;
Vendo que nela a porra lhe metia
Fez-se mais do que o nácar rubicunda:
Toco o pentelho seu, toco a rotunda
Lisa bimba, onde Amor seu trono erguia;
Entretanto em desejos ardia,
Brando licor o pássaro lhe inunda:
C'o dedo a greta sua lhe coçava;
Ela, maquinalmente a mão movendo,
Docemente o caralho embalava:
"mais depressa" – lhe digo então morrendo,
Enquanto ela sinais do mesmo dava;
Mística pívia assim fomos comendo.

