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segunda-feira, junho 14, 2010

Casamento gay a la Quim Barreiros



Esta é a nova música do Quim barreiros que já teve as mais críticas reacções no plano mediático, nomeadamente do actor Vítor de Sousa que chocado com a letra disse que em causa está uma grande falta de respeito. Eu diria que antes de mais está uma grande paródia.

É preciso ver que o Quim Barreiro é um parodiante e que, no seu estilo de música, fala de tudo, nas mulheres "cabras" e da "rua" e até no cornudo. Só faltava o gay. Uma coisa é certa. O Quim aproveitou bem o actual momento político e social. o resto é música..

Fica a letra e o vídeo da música.

Casamento gay - Quim Barreiros:

Os politicos votaram, o casamento gay
Nem todos estão de acordo com a aprovação da lei
O Zézinho paneleiro, casou co Manel das Tricas
Convidaram a familia, amigos e os maricas.
Um casamento panasca, com muita animação,
Os larilas beijavam-se numa grande confusão,
Depois da cerimónia, o cozinheiro falou
Com gestos de bichona, o menú apresentou.
Primeiro vaca, galo, ou assado de perú,
E como sobremesa, banana pêssego.
Refrão:
Primeiro vaca, galo,ou assado de perú,
E como sobremesa, banana pêssego.

terça-feira, fevereiro 09, 2010

Pedro Abrunhosa sem óculos de Sol ...quando ainda via o palco



E o o desamparo total...

sexta-feira, junho 26, 2009

Michael Jackson: o Rei negro da Pop branca


Tinha 50 anos, mas a idade parecia nunca ter passado por ele. Antes um devaneio de bizarrias que o extinguiram do fogo fátuo das super estrelas da musica mundial - que os anos 80 bem souberam criar - e onde sempre mereceu estar. Deixou-nos branco, apesar da vida o ter erguido negro em passos de arte no palco.

Michael Jackson não era um artista, mas antes um personificar universal da arte individual que semeou qual mágico na música. Aproveitou bem - talvez sem nunca ter percebido - o mistério de uma época onde a voz era o elogio supremo. Nasceu como um voz limpida, delicada...às vezes demasiado meiga para um homem que chegou aos 50. E ainda agora dizer homem soa grotesco, desfasado. Ainda mais quando se ouve, nítida, a sua voz.

Há doze anos que não se mostrava num concerto só dele. A pele tinha-se feito mais cálida - não se sabe se por doença se de propósito - e o músico deixou-se envenenar em bizarrias sem sentido. Michael era contudo, e será sempre, um estrela cadente da Pop, senão o seu rei supremo como os jornais se apressam a vaticinar. A loucura desmedida e obscura da sua última década não matou o música, o actor de passos subtis e impressionamente perfeitos em palco. Nunca ninguém conseguirá matar o cantor, nem ele próprio, apesar de se ter esforçado terrivelmente.

Escândalos de pedofilia, de bizarria e de má gestão de finanças... "I'm gone make a change for once in my life".... o verso da subtil melodia provoca o mais animalesco dos homens...Michael morreu criança. Talvez, quem sabe, sempre quis mudar o mundo, começando por ele. Escolheu a mais dura tarefa: mudar-se, por completo, para um corpo estranho, mantendo o nome e a magia do ser que lhe antecedeu em berço. Começou cedo a mostrar os dotes, militarmente cultivados pelo pai. Alcançou a ribalta, o estrelato, a fama e engoliu o mundo em conquista musical....tudo isso não chegava, queria ser branco...

Será o mais racista dos homens negros? A experiência ensina que talvez fosse o mais frágil de todos nós...um igual ser fraco. O Rei negro foi criado pela Pop branca...e de imediato quis ser igual aos seus súbditos, aproveitando para se esquivar em cor ao pai...que terá odiado tando quanto amou. A adolescência que cedo perdeu, conquistou tarde, no final da vida, num excentricidade alienigena. Quem pode dizer que não tinha direito a ela, senão desde sempre, pelo menos agora? A bizarria e o descuido, o gesto menos cuidado, a palavra menos medida tinham um nome: adolescência. Finalmente o menino, homem forçado a crescer desde tenra idade.

E por isso, o mundo esquecerá o bizarro da vida de Michael Jackson. Para sempre ficará Billie Jean, Bad e Thriller.... Michael Jackson morreu ontem a tentar voltar ao palco. Com 50 anos era o mesmo miúdo ingénuo, mas enérgico que em 1971 se iluminou nos Jackson 5.

sexta-feira, dezembro 12, 2008

O Cantor da Máfia


"Sou a favor de tudo que ajuda a atravessar a noite - seja uma oração, tranquilizante ou uma garrafa de Jack Daniels."

Se fosse vivo, Frank Sinatra teria hoje 93 anos. Nasceu a 12 de Dezembro de 1915 o icone da música norte-americano que acabaria por morrer à sua maneira a 14 de Maio de 1998, em Los Angeles.

Aquele que ficou conhecido tanto pelo seu natural talento como pelas vastas ligações à Máfia era, por ironia, filho de imigrantes italianos, possui duas estrelas na Calçada da Fama, uma pelo seu trabalho no cinema e outra pelo seu trabalho na TV norte-americana. É considerado um dos maiores intérpretes da música no século XX. Teve três filhos: Nancy Sinatra, Frank Sinatra Jr., e Tina Sinatra.

Sinatra, sem qualquer formação musical, desenvolveu um estilo altamente sofisticado, criando uma longa e fluente linha musical sem pausas para respiração, um proeza apenas encontrada em Billie Holiday e Mabel Mercer.

Sinatra apareceu em mais de cinquenta filmes, entre eles: "Anchors Aweigh", "On The Town", "From Here To Eternity", com o qual ganhou o Oscar, "The Man With The Golden Arm" e "High Society", "The Manchurian Candidate" e "The First Deadly Sin". Fez parte do chamado Rat Pack, grupo de artistas muito activo entre meados da década de 1950 e 1960.

"Só se vive uma vez e, do jeito que eu vivo, uma vez é suficiente", afirmou.

domingo, novembro 30, 2008

O expoente máximo da Música Brasileira



Esta preciosidade da música brasileira - pela VOZ de Hélio dos Passos - é algo mais que um achado ..é um achado de expoente máximo!! Supera, de longe, uma qualquer Zé Cabra ou mesmo Cebola Mole.

Pontos fortes: a música, a roupa, a dança, o vídeo-clip, o strip-tease, os últimos acordes desesperados, a VOZ, a letra da canção (deliciosa) e por fim, mas talvez o principal a sensualidade...