Uma jornalista foi ontem agredida por uma familiar de Bruno Pidá enquanto cobria a chegada dos elementos detidos do Gangue da Ribeira ao Tribunal de Instrução Criminal do Porto.
A jornalista levou uma cabeçada sob o olhar atento da policia que viu tudo e nada fez. Presentes estavam cinco despreocupados agentes da PSP, o único dispositivo de protecção - presente durante a manhã - dos vários jornalistas contra mais de meia centena de familiares e amigos do Gangue da Ribeira que insultaram e ameaçaram os repórteres. Para hoje, prometeram já levar tomates para arremesso.
Um episódio que aconteceu momentos antes terá exaltado os ânimos. Uma outra jornalista abriu o jornal 'Correio da Manhã' com as fotos de todos os suspeitos à vista dos familiares que de seguida 'roubaram' a publicação para a rasgar.
O Comando da PSP do Porto só enviou reforços do Corpo de Intervenção horas depois e após várias insistências. E a agressora continuou, segundo relatos locais, a passear-se no local sem que nada fosse feito pelas autoridades.
Os jornalistas, ao contrário do senso racional que devia imperar nesta situação, eram os únicos 'presos' atrás de uma fita policial. Todos os restantes estavam livres para se passearem por onde quisessem. Não foram protegidos, mas antes presos como um criminoso o é, reduzindo os seus direitos e liberdades.
E a situação não é nova. Já durante a detenção de Bruno Pidá, no domingo, houve ameaças e mesmo arremesso de vários objectos aos jornalistas presentes perante a cumplicidade da polícia que, com medo, teimou em não agir.
Os repórteres fotográficos e de imagem foram perseguídos, empurrados, ameaçados e expulsos de uma rua que é pública pelos familiares do líder do Grupo da Ribeira . E mais uma vez a PSP pactuou com a sua tolerância perante situações ilegais de grave desprezo do direito a informar mesmo dos mais básicos direitos de qualquer cidadão.
Com esta atitude policial, não é de admirar a onda de crimes e violência no Porto. Os jornalistas da Invicta não deixam de cumprir o seu dever de informar, apesar da polícia se ter demitido de proteger os cidadãos.
Será que isto é mais uma incidente resultante de uma qualquer adenda do novo Código Penal da qual os media ainda não conhecem?
Fico à espera que o Sr.Ministro da Administração Interna, Rui Pereira, explique este triste incidente.

segunda-feira, dezembro 17, 2007
Jornalista agredida por familiar de Pidá
quinta-feira, novembro 22, 2007
Não sou um viciado
domingo, novembro 04, 2007
terça-feira, outubro 30, 2007
sábado, setembro 22, 2007
A Maddie no quarto do raptor
Hoje todos os jornais revelam a nova teoria sobre o desaparecimento da Maddie. Pela primeira vez Gerry fala de uma hipótese nunca antes conhecida. O pai da criança, desaparecida na Praia da Luz, diz que suspeita que o raptor estivesse no quarto quando foi ver os filhos. Nessa noite, o casal jantava com amigos nas proximidades do apartamento e revezavam-se para ir verificar se estava tudo bem com as crianças.
Na altura, Gerry McCann não discorreu sobre essa possibilidade, mas olhando para trás está convencido de que terá sido assim que aconteceu: quando chegou ao apartamento, por volta das 21h, reparou que a porta do quarto dos filhos estava aberta. Calculou que Madeleine tivesse acordado com sede e se dirigisse à cozinha para beber água. Quando Gerry foi verificar como estavam os filhos, todos dormiam e o pai não pensou no pior.
Contudo, agora, olhando para esse dia fatídico de Maio, Gerry equaciona uma teoria: o raptor já estaria no apartamento, ouviu-o entrar em casa e não teve tempo de fechar a porta do quarto. Depois do pai McCann ter saído, Madeleine terá sido levada.
Fonte: Portugal DiárioQual é a próxima teoria?



